12
Fev 09
publicado por hoogavermelho, às 08:35link do post | comentar | ver comentários (2)

Carvalho, há quem diga convicto, é um benfiquista dos “sete costados”! O seu “benfiquismo”, no entanto, pelo que destila dos seus escritos, não consegue clamar mais alto do que um entranhado “portismo” que ressuma da sua lide!

Carvalho, enfronhado num canal ”portista”, dizem que por ele ao menos também ensaiado, mas pelo “papa”, com certeza abençoado, tem de manter-se fiel a uma realidade virtual, a uma realidade camuflada de benfiquismo, como convém, mas devotada em loas ao “portismo”!

Por isso, Carvalho luta e continua a lutar, numa cruzada sacrossanta, sem desfalecimento tanto quanto sem aderência com uma realidade que se recusa obstinadamente a tolerar!

A cruzada de Carvalho chega a ser comovedora pela veneração que dela emana! É, de facto, patético o seu afã no sentido de alinhavar argumentos que, mais do que aos outros, possam convencer o seu ego da razoabilidade da sua lide!

Carvalho mostra-se, em suma, mais “papista” que o “papa”!



Carvalho recorre a um chorrilho de fantasias e de palpites, de conclusões a gosto e a contra gosto, sem a mínima expressão nas premissas que urde, estas já despidas do seu invólucro real! Sempre na sua realidade virtual, na satisfação do seu anseio!

Basta ver o seu emaranhado de contas virtuais com que fantasia a sua tão acarinhada devoção e gratidão por uma olivedesportos tão usurária do clube que diz ser do seu coração.

As sábias conclusões de Carvalho a este respeito têm, naturalmente, o (de)mérito das suas por si almejadas mas inócuas premissas.



Carvalho é também um mestre na denominada “ética portista”, em especial na teoria da “lei das compensações” . Ainda agora com o seu “sétimo céu(?!!!), faz inveja a MST, que não ensaiaria melhor do que ele! Aliás, MST deve ter delegado em Carvalho, porque esteve ausente de “a bola”, de resto, deixando esta mais arejada e menos bafienta!



Quanto às suas contas virtuais, nada a fazer! É um vício de que é um portador endémico! Tira 3 pontos ao Benfica no jogo com o Braga! Mas, só para dar um exemplo, quanto à roubalheira de Pedro Henriques no jogo contra o Nacional, o seu silêncio é arrepiante … e sintomático do seu tão propalado e sentido mas não vivido “benfiquismo”!



E haverá alguém mais coitadinho do que aquele que tem de parecer o que não é, porque outros valores mais altos se alevantam? Nem Pedro Proença sente o fardo tão pesado!



O “portismo” de Carvalho parece estar profundamente fidelizado, é o que nos incute a sua “pena”! A crença nas virtudes imaculadas e reiteradamente apregoadas, os encómios apologéticos daqueles cuja única razão existencial é fazer guerra ao Benfica, em contraste com os oráculos da desgraça que profetiza impudentemente, não conduzem a uma prática de benfiquismo.





Carvalho apregoa benfiquismo fervoroso que, na prática, não é sentido nem vivido!

De que serve, então, ao Benfica tão fervorosa ajuramentação de benfiquismo se, na praça pública, os elogios e os incentivos vão para o inimigo e os despautérios e as traulitadas vão para as coisas que constituem o objecto de tão ajuramentado fervor?



Pelo que se ouve e se lhe ouve dizer, até parece que, se Carvalho quisesse ingressar na misticidade do Benfica, com a devoção, capacidade, inteligência, disponibilidade e afã com que em vão tenta branquear a corrupção já condenada, talvez muito tivesse para dar ao Benfica!

E o Benfica, algo dele poderia esperar e, especialmente, beneficiar!

Assim! ...

10
Fev 09
publicado por hoogavermelho, às 16:05link do post | comentar | ver comentários (2)

De bons propósitos foi feita a campanha de Hermínio Loureiro a Presidente da Liga. Queria ele, jurava pelas alminhas, a credibilização do futebol português. E começou bem!

Permitiu-se ser comparsa de um presidente da assembleia-geral da Liga, um dos principais acusados de corromper o mesmo futebol que o (então) candidato queria credibilizar. Posteriormente, o comparsa foi condenado por crimes ligados à imundice futebolística reinante.
Com ele se elegeram presidentes de árbitros e conselheiros de disciplina para completarem o processo de “limpeza”.
Apregoou e levou à prática uma nova competição, a Taça da Liga. Queria ajudar os clubes mais “necessitados” que, com a diminuição dos jogos dos campeonatos, consequência directa do estreitamento dos quadros competitivos, ficavam semanas sem jogar e sem receber.
Vejamos então a marcha da credibilização do futebol português prometida por Hermínio Loureiro.
 
A Taça da Liga.
 
Uma competição em Portugal só tem viabilidade económica e interesse competitivo se nela se entusiasmarem os chamados grandes.
Sabendo de sobra que os dinheiros que a prova poderia render viriam praticamente da massa associativa do Sporting, FC do Porto e, muito em especial, do Benfica – de facto, o abono de família até destes comparsas também chamados “grandes” – impôs a regra da obrigatoriedade de, pelo menos, cinco jogadores que nas duas jornadas anteriores do campeonato tivessem actuado como efectivos pelas suas equipas. Esta prova é, no fundo, uma associação caritativa, cuja intenção é salvar os clubes pequenos – e falidos – à custa da caridade dos grandes, ou melhor, dos associados e adeptos dos grandes e principalmente do Benfica.
Logo no primeiro ano, as chamadas equipas grandes depressa desvalorizaram tal evento, sobrecarregadas que estavam com campeonato, jogos das competições europeias e com a chamada dos seus jogadores às várias selecções nacionais. E cumpriam a regra dos "efectivos" nos limites. A consequência foi que, bem depressa, Benfica e FC do Porto se viram livres dela e as receitas foram bem capazes de nem os custos cobrirem.
 
Para a segunda edição, fez-se novo figurino competitivo da mesma Taça, reservando lá mais para o fim os grandes e os médios clubes. Porém, a regra dos "efectivos" é quebrada sem qualquer pudor pelo FC do Porto que, no jogo contra o Setúbal, apresenta somente um efectivo.
A comunicação social, adormecida e embalada pela batotice reinante, fez pouco ou nenhum caso do assunto!
A Liga ajudou com uma interpretação a condizer. Não querendo beliscar o FC do Porto e, principalmente, o seu presidente – apesar de ambos já terem sido condenados por tentativa de corrupção – veio subverter completamente o conceito de jogador efectivo, considerando como tal o que, embora não o sendo, parece que o é! Basta que, para isso, tenha sido chamado durante um dos tais dois jogos anteriores para substituir um efectivo, embora o substituto seja, na terminologia há muito consagrada universalmente, apenas suplente. A letra da lei e o bom senso foram à vida!
A eliminação do infractor, mais a multa prevista, de acordo com o regulamentado, foi tudo um sonho de uma noite mal dormida. Os regulamentos regulamentaram-se!
 
Mas a coisa não se ficou por aqui. Regulamenta-se que um factor de desempate é o “goal average” para depois se vir apregoar e a decidir que tal expressão significava “goal difference”. Como se o legislador do regulamento não soubesse, ou não devesse saber, a distinção dos dois conceitos, tão velhinhos que eles são!
 
O Conselho de Disciplina da Liga teve o topete de condenar o FC do Porto e o seu presidente, por tentativa – um lindo eufemismo – de corrupção. Parece que a prova dos factos se deveu àquilo que foi ouvido em escutas telefónicas. Os “telefonistas” estão todos chateados, não por aquilo que disseram e fizeram, bem grave, aliás, e que não negam, mas porque não autorizaram essas escutas.
Vai daí, Pinto da Costa não gostou que o fizessem calar e não intervir de qualquer modo nos assuntos do clube de que é presidente. E, ao que parece, culpa disso Hermínio Loureiro!
Por conseguinte, vai patenteando por todos os modos e feitios a sua desconsideração por uma competição congeminada por pessoa que teve o topete de mandar a sua Comissão Disciplinar condená-lo!
Não se fica apenas pela questão dos “efectivos”! Aliás, tendo visto que Hermínio Loureiro branqueara o desrespeito por aquilo que regulamentara, telefona a Soares Franco, fazendo dele “moço de recados”, para que este anuncie à imprensa que, possivelmente, o FC do Porto não se apresentaria para disputar as meias-finais com o Sporting.
Pinto da Costa comunicou decisões tomadas pelo seu clube referentes a competições oficiais, quando está impedido de participar na vida do mesmo. Ele está proibido de falar em nome do FC do Porto, mas telefona e diz o que pretende, em nome do seu clube! E parece que toda a gente acha a coisa outra vez normal!
Será que Pinto da Costa, ao telefone, não falou?! De que forma se teria então exprimido?! Ou foi Soares Franco que inventou?! É verdade que Pinto da Costa insinuou aqui há tempos que Soares Franco, depois do almoço, não diz coisa com coisa!...
Mas parece que toda a gente acreditou que Pinto da Costa falou mesmo ao telefone com Soares Franco! E transmitiu decisões da vida do seu clube!
E de novo tudo branqueado!...
De resto, diz-se por aí que os contratos – ou alguns, ou muitos deles – dos novos jogadores do FC do Porto, adquiridos no defeso, foram assinados por Pinto da Costa e depois registados na Liga. Isto não é participar na vida do seu clube?!
 
A verdade é que há condenações … e condenações! Por exemplo, quando Luís Filipe Vieira quer contribui para a pacificação e moralização do futebol português, tal como Hermínio Loureiro prometera, indo pedir a um árbitro desculpa pública, em seu nome e em nome do Benfica, que representa, pelo comportamento vergonhoso de um adepto que ofendera e agredira esse mesmo árbitro, é punido … porque participou na vida do Benfica! Luís Filipe Vieira é punido por um gesto nobre, generoso, que revela grandeza de sentimentos! Punido por causa da credibilização prometida!
A Pinto da Costa branqueia-se os constantes atropelos que comete à sua condenação!
Luís Filipe Vieira fora condenado e estava a cumprir sanção por ter dito a verdade sobre a actuação de um árbitro que tudo fez para espoliar o Benfica de dois pontos, conforme foi depois reconhecido até por quem teve o topete de o condenar! E não ofendeu, moral ou fisicamente, esse tal árbitro!
Pinto da Costa está condenado por ter tentado (com eufemismo) corromper a verdade desportiva, ou seja, fazer batota com os resultados desportivos! E tudo se lhe branqueia, apesar de as suas participações na vida do FC do Porto ainda mais contribuírem para a descredibilização do futebol português.
 
É a credibilização do futebol português em marcha, conforme ao prometido por Hermínio Loureiro!
 
A Justiça Desportiva
 
Comecemos pelo caricato desfecho do recurso interposto pelo Belenenses para o Conselho de Justiça. Improcedente porque sofre de vício de forma. Mas se a análise tivesse recaído sobre a substância, o desfecho seria o mesmo, acrescentaram de imediato os eminentes julgadores!
Só no mundo do futebol português se assiste a estas coisas! Um julgamento virtual! Os meritíssimos avisaram com tempo que não desejavam ser mais incomodados porque já sabiam de tudo! Decidir à revelia da letra da lei e do bom senso, quando não por maquiavélicas maquinações à Gonçalo Pereira é já o que o povo que paga o futebol com a sua presença nos estádios ou junto aos ecrãs da televisão está farto de ver!
Ninguém ficou surpreendido! Nem teria que ficar! Afinal, este Conselho de Justiça também foi escolhido por Gilberto Madaíl. E o povo do futebol, o povo que é maioritariamente contra a corrupção e a imundice nele reinante, já não esperava melhor. Madaíl tem sido um dos pilares, um mandarete privilegiado e esforçado ajudante de coveiro deste pobre futebolzeco. A escolha que fez fica-lhe a condizer.
Com parceiros destes, Hermínio Loureiro também não podia ir longe!...
 
Passemos à Comissão Disciplinar da Liga e anotemos só os acontecimentos mais recentes.
Esta excelsa Comissão Disciplinar desejou, logo ao abrir do presente Campeonato, fazer novo treino de um célebre invento a que chamaram de “sumaríssimo”. Como aconteceu no passado, a cobaia é novamente um jogador do Benfica. Depois, fica refastelada e esquece o assunto. Já vai para três anos, os anos de Hermínio Loureiro à frente da Liga, que é sempre o mesmo. Faz-se um sumaríssimo por ano a um jogador do Benfica e depois os “disciplinadores” ficam “disciplinados” e de consciência “tranquila”.
 
Rodriguez, mais conhecido por “o cebola”, agride traiçoeiramente a pontapé o jogador Nuno Gomes, quando este, de costas para ele, se dirigia aos seus colegas de equipa. Ficou provado e mais do que provado em vídeo … mas um sumaríssimo já chega e, depois, “o cebola” já não é jogador do Benfica!
E para quê falar-se de Bruno Alves, que dispensa apresentações porque toda a gente o conhece bem?! É jogo sim, jogo sim, cotovelada nos queixos, nos sobrolhos, na cabeça, nos costados! São pisadelas propositadas, seja em que parte do corpo for, em adversários deitados por terra, precisamente pelas suas cotoveladas, joelhadas e patadas! Qual quê?! Nem uma amarelo para amostra! E sumaríssimos?!... Ora, já basta um e, para mais, Bruno Alves não é jogador do Benfica!
 
Mais recentemente, queixam-se a tão excelsa Comissão Disciplinar de que Nuno Gomes chamou nomes a Pedro Henriques por ele ter feito o roubo do século. Pois bem, castiga-se quem se lamentou e provou que foi roubado, porque é jogador do Benfica, deixa-se impune o delator que praticou o crime!
Katsoranis, um mês depois mas para a excelsa ainda a tempo, também é castigado por dizer a verdade, porque é jogador do Benfica e o Benfica foi roubado em dois pontos por Pedro Henriques, o "ofendido"!  
 
É a credibilização do futebol português em marcha, conforme ao prometido por Hermínio Loureiro!
 
A Arbitragem Portuguesa
 
A arbitragem portuguesa tem sido aquela corporação que mais tem desviado o público dos estádios e que mais tem incutido nas pessoas a ideia de que os campeonatos estão completamente viciados a favor do clube corrupto. Por outras palavras, o povo diz abertamente que os árbitros estão quase todos comprados!
E muitos ex-árbitros que já passaram e já fizeram o mesmo ou pior, agora livres das grilhetas e da perseguição das classificações, podiam ajudar a erradicar de vez a podridão e a fazer retornar ao futebol nacional a sua magia e a sua pureza. Nem era preciso que estivessem “limpos”, bastava que se quisessem limpar. Só que a afeição pela “fruta”, a atracção pelas viagens de férias cuja facturação contabilística “milagrosamente desvia de rumo” e os “cursos” de comentaristas de encomenda nos “donos” da informação de mordomias, são o reflexo de um matraquear do princípio “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Não há consciências “pesadas”! As “lavagens ao cérebro” cumpriram a sua missão!
 
O chefe-mor dos árbitros não diz coisa com coisa. Umas vezes, diz que a arbitragem portuguesa está no top 10, mas ela não põe os pés nos campeonatos da Europa e do Mundo e as arbitragens que faz, é o que se vê... Outras vezes aconselha as pessoas a não irem aos jogos de futebol, se não querem ver os árbitros errar. Outras vezes ainda diz que tem poucos árbitros.
Esta dos “poucos” dá que pensar! Será que os que tem já estão cansados de “fruta”, “viagens de férias”, “cafés” em casa do presidente condenado por tentativa de corrupção, nas vésperas de jogos em que é preciso poupar jogadores e ganhar na mesma?!
Ou começam a deixar de ter juízo para obedecer?!
Não acreditamos! 
 
O sistema de corrupção continua intacto e impune. Todos os anos, a esmagadora maioria dos árbitros portugueses erra praticamente sempre a favor do FC do Porto, o clube que foi condenado por tentativa de corrupção. Erra favorecendo o FC do Porto, nos jogos que este disputa. Erra desfavorecendo o adversário directo do FC do Porto, o Benfica, de modo  a afastá-lo da luta pelos título em disputa. E quanto mais depressa melhor!
O Sporting não conta. Velho aliado por força de acordo com Roquete – denunciado por João Rocha – e satélite primeiro por prática concertada dos seus dirigentes posteriores – com honrosa excepção de Dias da Cunha, arrependido após intuir a corrupção, ou eufemisticamente, tentativa dela, no parceiro que antes elogiara de seu “professor” – vai beneficiando de migalhas apelativas e fidelizantes, através de favorecimentos arbitrais de circunstância. E serve de mandarete, quando é preciso.
 
Estes erros arbitrais, de uma consistência sistemática sempre em benefício do FC do Porto e em prejuízo do Benfica, não podem considerar-se ocasionais. É estultícia pensar-se que eles são fruto do “errare humanum est”. Há erros tão grosseiros, as “coincidências” são tão repetitivas que ninguém se convence de que não há profunda viciação do jogo! Coincidência é coincidência, é caso fortuito, não é reincidência sistemática!
Ainda agora no Dragão, Pedro Proença, a um metro do lance, demonstra a sua “isenção” e assinala o penaltie mais mentiroso da história. Ele estava precisamente à espera do mergulho para marcar! Ou não estaria postado tão por perto!
 
Estamos num tempo em que nem os milhões que assistem, ao vivo ou pelas TV.s, atemorizam os árbitros! A vergonha sumiu-se e o descaramento impera! Se as conversas telefónicas sobre “fruta” e outras coisas gravíssimas são públicas, para que servem os (poucos) laivos de pudor do antigamente?!
 
Perante os sucessivos e bem direccionados escândalos da arbitragem, os responsáveis assobiam para o lado. Nada de suspeições, nada de investigações, a mando ou a pedido, internas ou externas. Os jornais, a grande maioria ligados, ou emocionalmente, ou por mordomias, ao centro da corrupção condenada, tecem loas aos vigaristas. A PGR tem muito para investigar, investiga aos soluços, parece escolher momentos predeterminados para dar impulsos, as fugas do segredo de justiça daquilo que só ela deve (devia) saber é que parecem espicaçá-la. E depois, perde-se a investigar-se a ela própria ... necessariamente!
 
Enquanto tudo isto se passa, os estádios vão estando cada dia mais vazios, os clubes falidos ou lá perto, os ordenados dos jogadores em atraso!
Hermínio Loureiro vai-se adaptando, manda tocar o cego conforme a esmola, ou seja, adapta as regras aos regentes de orquestra, finge que tudo está bem. E o lodaçal acumula-se em seu redor, a cada dia que passa!
 
É a credibilização do futebol português em marcha, conforme ao prometido por Hermínio Loureiro!

 


08
Fev 09
publicado por hoogavermelho, às 14:25link do post | comentar | ver comentários (2)
Pouco tempo antes do jogo, o árbitro Pedro Proença disse à SportTVesperar que soubesse respeitar o público. À pergunta sobre se, sendo sócio do Benfica, isso não poderia influenciar as suas decisões, respondeu que a sua preocupação era dignificar a arbitragem portuguesa. E disse mais: «todos temos as nossas convicções mas ou somos competentes ou não somos».

Pedro Proença queria respeitar o público de um clube já condenado por corrupção. Era a esse público que Pedro Proença se queria referir, era esse o público que praticamente enchia o anfiteatro do jogo.
E Pedro Proença respeitou. Inventou uma grande penalidade contra o Benfica, talvez porque tivesse sentido alguma aragem na sua camisola, uma vez que estava colocado tão perto do lance. Como o público daquele clube estava bastante triste por estar a perder e a derrota caseira era indigna depois da goleada e da poupança de esforços, era preciso respeitá-lo e oferecer-lhe uma prenda.

Pedro Proença estava preocupado em dignificar a arbitragem portuguesa.
E Pedro Proença dignificou. Inventou uma grande penalidade contra o Benfica porque dignificar a arbitragem portuguesa é fazer mordomia ao clube regional corrupto, beneficiando-o escandalosamente e levando-o, não ao colo, mas às cavalitas, e, concomitantemente, prejudicar o Benfica. Dignificou a arbitragem portuguesa tal como os seus colegas que arbitraram os jogos Rio Ave-Benfica, Leixões-Benfica (campeonato e taça de Portugal), Benfica-Setúbal, Benfica-Nacional e Belenenses-Benfica.

Pedro Proença não estava preocupado com as suas convicções porque o que importava era ser competente ou não.
E Pedro Proença estava a falar verdade. Quanto às suas convicções, elas serviram-lhe, como sempre, para demonstrar claramente que estava ali para prejudicar uma vez mais o clube de que diz ser sócio. Era preciso demonstrar de novo a sua "isenção", prejudicando o Benfica.

Pedro Proença afirmou convictamente que ou era competente, ou não.
E Pedro Proença foi competente. Inventou uma grande penalidade porque um jogador adversário resolveu atirar-se para o chão, mesmo ali ao seu lado. Não premiar mergulho tão acrobático era sinal da mais pura incompetência.

Pedro Proença cumpriu à risca todas as suas promessas. Dignificou a arbitragem portuguesa, tal como ele e os seus colegas e dirigentes a têm dignificado nos últimos anos! Tanto que ela, nos últimos campeonatos da Europa e do Mundo, não pôs lá os pés. Apesar de estar classificada nos 10 mais, segundo o seu dirigente-mor, Vítor Pereira! De resto, este senhor diz que tem poucos árbitros. Talvez sinta que os que tem estejam cansados de tanta ajuda ao clube regional corrupto condenado.

A arbitragem portuguesa tem sido aquela corporação que mais tem desviado o público dos estádios e que mais tem incutido nas pessoas a ideia de que os campeonatos estão completamente viciados a favor do clube corrupto.

E Pedro Proença tem dado uma grande ajuda!






02
Fev 09
publicado por hoogavermelho, às 07:51link do post | comentar

Parafraseando o nosso Grande Ricardo, “dificilmente haverá em Portugal, (no Mundo, sem ponto de interrogação), mordomo como o Sporting de Franco e Alves, SA. Um mordomo que faz gala em se apresentar bem aperaltado no seu fraque de surrobeco.

Vem isto a propósito do palavreado de Garção, porta-voz da SA (?). Diz ele que o Sporting «não vai inverter o seu rumo face a “provocações de baixo nível”». É assim como uma espécie de afirmação-resposta a João Gabriel que teve a gentileza de elevar o chefe da mordomia a “porta-voz” de seu amo.



O Sporting de Franco e Alves, SA, cumpre à risca o seu papel de mordomo.

O FCP foi a Alvalade, PC fica na tribuna de honra presidencial com Franco a seu lado. A este propósito, o presidente do Marítimo mostrou-se há poucos dias muito melindrado. Dizia ele que só o presidente PC merecia tal honra da parte de Franco, os outros eram recambiados para outra banda, mas não para a reservada aos cegos e por estes rejeitada, vá lá!

O presidente do Marítimo não tem razão, teve um lapso de memória. Não foi Franco que convidou PC para a tribuna presidencial! Foi PC que convidou Franco! Cada galo no seu poleiro! Amo é amo, mordomo é mordomo!



Alves barafustou apoplecticamente contra a arbitragem do Benfica-Braga, dizendo que a mesma impediu o Sporting de se isolar no comando, acrescentando que ficou “chocado” com o que viu na Luz!…

Relativamente à arbitragem do Braga-Porto, “aos costumes disse nada”. Esta já não impediu o Sporting de se isolar no comando.

É o mordomo, por osmose, a sentir como suas as dores do amo.



Franco foi o correio público de PC, ou melhor, das intenções deste. Era preciso que alguém, já de certa hierarquia, camuflasse as reais intenções de PC: pressionar o CJ a colocar ponto final em mais um dos imbróglios do nosso futebol, de modo a que o Benfica só soubesse de véspera com quem ia jogar e não pudesse preparar o jogo. Pensavam PC e Franco que, assim, a notícia da hipotética falta de comparência seria mais verosímil.

Posteriormente, já veio noticiado que, afinal, o “porto” vai comparecer. Não foi PC que disse nem mandou dizer por Franco. Teria sido um dos criados, o que não deixa de ser um desrespeito pelas hierarquias, mas amo é amo!



A afirmação do porta-voz (de Franco?) de que «os leões não vão inverter o seu rumo…» só surpreende os incautos, é uma não afirmação.

As afirmações do mesmo porta-voz de que o Sporting « … está no futebol português de forma isenta e totalmente independente…» e que «… recusa e recusará quaisquer alianças … », são apenas para consumo interno, não são para levar a sério!

Parafraseando de novo o nosso Grande Ricardo, dificilmente haverá em Portugal (no Mundo) quem pense que as funções de um porta-voz caibam nas atribuições de um mordomo.

Pois bem, Garção acha “de baixo nível” que o chefe da mordomia seja elevado à função de porta-voz!



Gostos são gostos!

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